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Solve et Coagula

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dissolver estático  solidificando o amorfo a lagarta morre quando nasce a borboleta...

Dai-me cor

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"Agora eu sei o que quero enxergar Esse c o l o r i d o não devia mais me enganar Porque a cor deforma Quando a luz vem a brilhar E assim seu olho começo a decifrar Dai-me outra cor Que não seja a do seu olhar Dai-me outro amor Que venha pra me perpetuar Dai-me outra cor Que não tenha o que eu quero enxergar Dai-me uma dor Que sirva para eu acordar Dai-me outra cor, dai-me um amor, dai-me uma dor" Mombojó Duas Cores by Momboj? on Grooveshark

Reality Overdose

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Entorpecidamente sóbrio a sanidade se desvanece como tinta em solvente.

Luxúria

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Corpos Serpenteavam na cama Línguas Sinuosas entre frestas gotejantes Sibilante, lasciva e ofegante Ela gemia chacoalhante Como uma só forma entrelaçavam-se Chiando em  uníssono.

CSO

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Se nos anos 30 o teatro para Artaud é “o lugar onde se refaz a  vida ”, depois de Rodez ele é essencialmente o lugar onde se refaz o corpo. O “corpo sem  órgãos ” é o nome deste corpo refeito e reorganizado que uma vez libertado de seus automatismos se abre para “ dançar  ao inverso”. By Wipedia

Antonin Artaud

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Monument to Antonin Artaud , por Yuri Zupancic. Nascido em Marselha/França em 4 de setembro de 1896, Antonin Artaud, o herói da auto exacerbação, traz na literatura o seu rigor, energia e sensibilidade. Apresentando a constante necessidade de reinventar-se; encontrando no Teatro o duplo para a sua auto-investigação. Marginalizado e ignorado em vida, o autor de Van Gogh – o suicidado pela sociedade – serve atualmente como referência para as mais avançadas correntes do pensamento crítico e da criação artística em suas manifestações diversas, tais como a Poesia, a Linguística, a Psicanálise, e a Filosofia. Além da performance, da intervenção, da espetacularização e da imobilidade. (Susan Sontag – Abordando Artaud)

Travestido de Suzana o Nelson me disse...

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