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Mostrando postagens de Novembro, 2014
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"Planejar sempre e ser flexível o bastante para seguir a nossa intuição..."

Louca Philosofia, estúpida sabedoria

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Philosophy Run Mad or a Stupendous Monument of Human Wisdom, 1792. Thomas Rowlandson

"O tipo de loucura atribuída a este caminho exige liberdade de pensamento, responsabilidade nas ações, conhecimento das coisas; então haverá equilíbrio e perfeição manifestadas no ser total."

Burning time

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O Tempo é a escola em que aprendemos, O Tempo é o Fogo em que queimamos.
Delmore Schwartz

E não se esqueça disso...

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Beyond

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Isso de a gente querer ser exatamente o que a gente é, 
ainda vai nos levar além.
Paulo Leminski

Convicção

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"não são seus poderes que lhe dão força para lutar e sim sua convicção"

Casca Grossa

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"Para além do bem e do mal" NIETZSCHE


Em primeiro plano está a sensação de plenitude, de poder que quer elevada, a consciência de uma riqueza que gostaria de ceder e presentear - também o homem nobre ajuda o infeliz, mas não ou quase não por compaixão, antes por um ímpeto gerado pela abundância de poder.
O homem nobre honra em si o poderoso, e o que tem poder sobre si mesmo, que entende de falar e calar, que com prazer exerce rigor e dureza consigo e venera tudo que seja rigoroso e duro.
"Um coração duro me colocou Wotan no peito", diz uma velha saga escandinava: uma justa expressão poética da alma de um orgulhoso viking. Uma tal espécie de homem se orgulha justamente de não serfeito para a compaixão: daí o herói da saga acrescentar, em tom de aviso, que "quem quando jovem não tem o coração duro, jamais o terá". Os nobres e bravos que assim pensam estão longe da moral que vê o sinal distintivo do que é moral na compaixão, na ação altruísta ou no desintéress…

Embrutecimento

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"Para além do bem e do mal" NIETZSCHE





As diferenciações morais de valor se originaram ou dentro de uma espécie dominante, que se tornou agradavelmente cônscia da sua diferença em relação à dominada, ou entre os dominados, os escravos e dependentes de qualquer grau. No primeiro caso, quando os dominantes determinam o conceito de "bom", são os estados de alma elevados e orgulhosos que são considerados distintivos e determinantes da hierarquia. O homem nobre afasta de si os seres nos quais se exprime o contrário desses estados de elevação e orgulho: ele os despreza. Note-se que, nessa primeira espécie de moral, a oposição "bom" e "ruim" significa tanto quanto "nobre" e "desprezível"; a oposição "bom" e "mau" tem outra origem.
Despreza-se o covarde, o medroso, o mesquinho, o que pensa na estreita utilidade; assim como o desconfiado, com seu olhar obstruído, o que rebaixa a si mesmo, a espécie canina de homem, que…