quarta-feira, 14 de setembro de 2011

eu sou uma Chowbola!





Hoje meditando em um momento de desanimo,meditei e vieram lembranças de um dos vários e eternos papos com Lorena e percebi que sou uma algo entre um Chow-chow e uma cebola.
as palavras do mente hiperativa que podem me descrever perfeitamente:

Uma cebola? Sim, uma cebola. Uma cebola é composta de muitas camadas sobrepostas e pra se atingir o miolo é preciso vencer todas as camadas, todo os obstáculos. Eu sou assim, me resguardo no miolo, me envolvo de camadas e mais camadas, vou me apresentando aos poucos, à medida que a intimidade me conquista a confiança. Posso sentar com você numa lanchonete e conversar horas sem nem lhe contar nada sobre minha vida pessoal, somente arrodear, expor pontos de vista sobre assuntos aleatórios; ou posso conversar com você diariamente e não contar os meus sofrimentos mais íntimos.
a parte do chow chow é que como todo bom cachorro sou fiel mas como o chow chow sou desconfiado, observo, analiso atentamente antes de oferecer minha lealdade.
Não vejo isso como um defeito, Eu sou assim e acredito que devo ser assim não to nem ai se tem gente que não gosta e acha que todos devemos ser facebook abertos(ou pelo menos finigr ser usando a mascara do "sou trasnparente" e bla bla bla).Eu? eu não. Eu sou uma Cebola peluda de língua Azul.

5 comentários:

  1. Vim aqui retribuir a visita e conhecer seu espaço quando me deparo com uma citação minha... rsrss Obrigado.

    Interessante saber que AINDA existem pessoas como eu, reservadas. Hoje em dia as pessoas tem um prazer imenso (e estranho) em compartilhar a própria vida - ou parte dela - nas redes sociais, sentem necessidade em expor seus sentimentos, mostrar por onde estiveram, com quem estão, algumas QUE EU CONHEÇO colocam até os psicofármacos que tomam (rivotril, fluoxetina)...

    E eu pergunto PRA QUE ISSO?????????????
    Será carência? Um artifício pra criar uma falsa imagem? Necessidade de aparecer, de ser o centro das atenções?

    Por muito tempo me senti estranho por eu ser assim, diferente dos meus amigos eu nunca fui de contar vantagem, sempre fui come-quieto; nas minhas amizades sempre fui cauteloso, como o chow-chow; no amor eu sempre fui com calma, com receio...

    Eu me achava estranho, mas quando tentei ser como eles eu percebi que eles é que são estranhos, se dão facilmente, abrem a vida sem a menor cerimônia (ou APENAS os aspectos que lhe convém ;D), sentem necessidade de estar na 'mídia', de serem aceitos, de contar vantagens. Eu não sei ser assim, até tentei, já fiz orkut umas 4 vezes (face, jamais), no momento deletei novamente.

    Eu canso disso, eu gosto de ser uma cebola, e quem achar ruim que me cozinhe, ou me frite... Eu fico bom até cru!

    Abraço, espiga! Vou ler mais postagens

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  2. Vou ser o contra ponto. Concordo, e apoio, quanto ao movimento de freio a abertura do pessoal, nos sites sociais, é um movimento claro de carência, as pessoas estão se sentindo cada vez mais sós.
    Mas a questão de ser reservado, eu respeito, só acho q deve ser comedida, pois tem seus maleficios. Eu por exemplo, sou reservada, mas quando passo por problemas, ou por alegrias, gosto d compartilhar com alguem que costumo escolher a dedo- é verdade- mas ainda sim, acho saudavel compartilhar, até porque é uma das dicas pra se trabalhar em um ano de madeira. A parte ruim, ao meu ver, em ser reservado de forma exagerada, é retardar o seu crescimento, pois troca de experiencia, é semelhante a vistar outros países, faz você ampliar a visão sobre as situações e possibilidades.

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  3. então esse compartilhar é com quem já conhece o miolo

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  4. Comentário de tio Ric do
    http://www.genericwords.blogspot.com/

    "Quando as pessoas conseguirem se socializar pessoalmente, ao vivo, conseguiremos evitar ou reduzir sites de interação, que na minha época - hehehe, foram criados para linkar pessoas amigas e conhecidos que estavam distante entre si, especificamente, vide a primeira geração do orkut. Hoje não. Hoje é uma novela das 8. hehePS: sou um labrador, bem aloprado, como Abul.



    ah



    e eu adoro o personare"

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